Toggle

Organizações Vivendo na Plenitude

 

Quando um empreendedor começa um negócio, o que ele mais deseja é: crescer, contratar pessoas, ter instalações adequadas, produtos ou serviços conhecidos, ou seja, ter sucesso naquilo que faz.
Tudo isso leva o empreendedor, em sua maioria, a não dar atenção a uma série de pontos importantes para que ele tenha sucesso. Porém, não é um comportamento de poucos, e sim uma característica comum, que se apresenta na história do empreendedorismo brasileiro,que felizmente vem sendo muito bem trabalhada e abordada por diversas instituições e organização da sociedade. Analisando as organizações, podemos destacar alguns vícios que devem ser corrigidos, ou melhor, paradigmas que deverão ser rompidos:

  • Não realização de um planejamento e não valorização do mesmo para sustentabilidade do negócio;
  • Não dispor de pessoal qualificado ou capacitado para assumir posições, ou não investir na capacitação e assumir sua importância para a qualidade e crescimento;
  • Tornar-se o principal executor, e muitas vezes o que mais trabalha;
  • Investir na formação de líderes, buscando evoluir entre os paradigmas técnicos, de gestão e liderança;
  • Misturar as finanças da empresa com as finanças pessoais;
  • Ausência de processos claros e definidos e uma comunicação ineficiente.


Assim a pergunta: como organizar e dirigir uma empresa para crescer, torna singular diversos vícios e deficiências na gestão das organizações. Sem a pretensão de dar uma receita, existem algumas coisas que podemos buscar o entendimento e começar a desenvolver em nossas organizações. As empresas estão em constante mudança como nós seres vivos, e para isso não podem assumi-la como algo estático, e sim como algo orgânico e mutável.

Segundo ADIZES (1993), as organizações são como seres vivos: nascem, crescem, envelhecem e morrem. Dentro do Ciclo de Vida das Organizações, existe um estágio que é o mais importante: a Plenitude.
Neste estágio a empresa possui as seguintes características:

  • Tem sistemas funcionais e estruturas organizacionais;
  • Atende às necessidades do cliente;
  • Tem visão institucionalizada e criatividade;
  • Fazem planos e os seguem;
  • Apresenta um desempenho superior ao esperado;
  • Tem espaço para aumentar as vendas e a lucratividade;
  • Gera outras empresas afiliadas;
  • Diversificação de produtos;
  • Participa de fusões e aquisições.

Como executivos, empresários e bons administradores, devemos prolongar o ciclo da Plenitude das organizações as quais administramos ou assessoramos. Para que possamos fazer isso, é necessário também um ciclo constante de transformações dentro da organização, seja em suas políticas, processos, produtos e até em seu modelo negócio.

Siga-me no Twitter