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Terça, 27 Agosto 2013 10:49

Líder ou Seguidor?

Ter mais sucesso é uma escolha ao alcance de qualquer um... Mas é preciso querer pagar o preço!
Podemos percorrer o percurso que outros idealizam e ditam ou podemos ser nós a traçar o caminho, a liderar a ação e a ser exemplo para tantos outros. Qual é a sua escolha? Já pensou até que ponto é que está disposto a superar-se?

Auto-estima

Sonhar continua a ser grátis... e é tão bom! A questão é que hoje, com todo este "ruído" à nossa volta, parece que quando o fazemos, a sociedade, os amigos e até a família nos olham de lado, como se nos esquecêssemos do país em que estamos ou não víssemos televisão.

É que se não sonharmos, não progredimos...

Não há problema nenhum em definirmos novas metas. Aliás, se não tivéssemos definido as últimas seguramente que não teríamos chegado onde chegámos...

Complicado é quando não visionamos mais além, ou quando simplesmente definimos as metas, mas depois não fazemos mais nada para chegar perto delas...

Já pensou quantas vezes na nossa vida pessoal e profissional é que nos ficamos pelos objectivos? E estes serão suficientemente claros? Será mais fácil saber o que não queremos, excluir esses, e depois clarificar o que pretendemos. Não podemos é ficar por aqui...

Feitas as nossas escolhas do que queremos atingir, o que fazemos a cada mês, a cada semana, a cada dia para lá chegar?! Quais são os nossos planos para correr atrás dos objectivos a que nos propusemos?

Acreditar, arriscar e confiar podem ser peças fundamentais numa altura em que a sociedade está desacreditada e em que, muitas vezes, os elementos das nossas equipas também.

Empatia

Mas correr para o sucesso obriga-nos a estar atentos aos outros, a ter tempo também para eles, porque, bem vistas as coisas, não chegamos lá sozinhos...

A forma como percebemos os outros e como calçamos os seus sapatos condiciona a nossa criação de empatia e todos sabemos que quanto mais empáticos soubermos ser mais eficaz a nossa comunicação se torna.

Não deve ser à toa que temos duas orelhas e uma boca, por isso talvez devamos escutar em dobro do que falamos. A escuta activa faz-nos entrar na pele do outro, perceber as suas razões, intuir determinados propósitos, e dá-nos uma capacidade absoluta de colocar as questões certas.

Tantas e tantas vezes não é o que dizemos, é como dizemos. E nisso reside a diferença da nossa verdadeira capacidade de comunicar, de influenciar os outros positivamente na direcção do que ambicionamos, de os inspirar até...

Ambição

E por falar em ambição...

Querer mais e melhor não tem que ser presunção, passa por achar-se capaz e saber que se merece. E isso não tem que ser desmedido nem mal percebido!

Passa pelo querer estar entre os melhores, com a autenticidade e o carisma de cada um. Tal não tem nada de errado, é típico do líder, de quem pretende sistematicamente ser exemplo...

Quando gostamos do que fazemos, o coração e a intuição vão à frente, como se deixássemos que a paixão tomasse as rédeas do nosso talento e das nossas competências.

Há que não ter medo de errar e assumir responsabilidade pelo que corre bem e menos bem. Se não houver algo a correr menos bem de vez em quando é porque não experienciámos nada de novo... e isso não nos faz avançar! Errar faz parte...

Um dos truques fundamentais para fazer acontecer os nossos planos é a utilização que fazemos do nosso tempo, isto é, se passamos a maior parte dele a resolver problemas ou se reservamos nem que seja meio-dia por semana para pensar novas soluções e revisitar o plano de acção. No fundo, estamos a falar de gerir o tempo de que dispomos adequadamente e de não nos permitirmos que ele nos gira a nós...

Liderar a ação

Ser exemplo, constituir um modelo, definir os padrões, são as escolhas de quem, ao invés de seguir, se sente chamado a liderar.

Para muitos, definir os standards, elevá-los, estar em controlo e provocar mudanças é estar como peixe na água... 
O sucesso da liderança não é garantido, mas se for esta a sua escolha, defenda-se deixando o mínimo ao acaso. Prepare-se a cada desafio e tenha muita energia para continuar sempre a subir a fasquia, porque é disso que precisamos!

Fonte: www.ideiasedesafios.com

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Hoje quero falar sobre liderança. Mas não a liderança cargo, porque ser líder não é ocupar um cargo dentro da empresa. Ser líder é um estado de espírito. Quem é líder "é", quem ocupa um cargo "está".

Tenho duas notícias: uma boa e outra ruim. A ruim é que se você está com problemas para que suas ordens sejam acatadas por sua equipe, você não "está" sendo um bom líder. A boa notícia é que isso pode ser trabalhado e desenvolvido: basta você querer dar o primeiro passo.

Por isso, quero te dar algumas dicas que farão toda diferença em sua liderança. Vamos lá?

DÊ SUGESTÕES AO INVÉS DE ORDENS: você está com problemas para que suas ordens sejam acatadas? Poxa, mas esse já é o problema. As pessoas não gostam de receber ordens. Aí você me pergunta "mas eu sou chefe, tenho que dar ordens e elas precisam ser cumpridas!". Ok, eu concordo com você, existe um cargo a ser honrado. Mas para que esse mesmo cargo tenha um sucesso sustentável, você precisa ser o espírito desse cargo e não apenas estar nesta função. Mas como? Vamos começar com uma simples atitude: ao invés de dar ordens, procure dar sugestões. Por exemplo, ao invés de dizer "Faça esse relatório. Quero impresso em minha mesa até às 11 horas", diga "Preciso muito de sua ajuda agora! Sei que já são 9 horas e preciso do relatório até às 11 horas para uma reunião. Você consegue prepará-lo para mim?". Você tem dúvidas de que a aceitação da "ordem" será bem diferente ?

Quando fazemos perguntas, permitimos que as ordens sejam mais aceitáveis. Precisamos aprender a nos conectar com as pessoas para obter o melhor resultado. É fundamental não nos concentrarmos apenas em nossos resultados, mas no resultado do grupo. Fazer parte do desenvolvimento das pessoas é gratificante e nos faz crescer como líderes – tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Deixar que as pessoas façam "por vontade própria" lhes dá sensação de importância e a satisfação de fazer parte de algo maior. Alimenta o espírito de cooperação ao invés de revolta. A sensação de ser parte da situação permite que as pessoas compreendam seus erros e facilita a aceitação e correção dos mesmos.

ESTIMULE AS PESSOAS PARA O SUCESSO: Envolva toda a equipe na resolução dos problemas. É péssimo ver um líder que diz "o fracasso foi nosso, mas o sucesso só meu". É péssimo também ver aquele líder egocêntrico, que sabe tudo, que resolve tudo "sozinho". Envolver a equipe na resolução dos problemas faz com que cada membro sinta-se envolvido de verdade, comprometido e, dessa maneira, mais estimulado a produzir, otimizar e solucionar.

ELOGIE E ESTÍMULE AO INVÉS DE CENSURAR E CONDENAR: Erros acontecem. Fazem parte do aprendizado. Mas não é porque seu colaborador errou que você precisa xingar, humilhar, mostrar quão errado ele foi. Sente com essa pessoa e descubra por que aquele erro foi cometido. Dessa maneira, você estará ensinando a nunca mais cometer o mesmo erro e, ao mesmo tempo, entendendo porque determinada atitude foi tomada. Estimule esse colaborador a continuar tendo ideias e iniciativas, mas peça que da próxima vez ele o consulte antes de agir.

Sobre essa atitude na liderança, acho incrível uma frase de B. F. Skinner, que diz que "quando se diminui a crítica e se enfatiza o elogio, as coisas boas que as pessoas fazem recebem reforço e as coisas más são atrofiadas por falta de atenção".

ELOGIE MESMO OS MENORES PROGRESSOS: Muitos líderes esperam grandes acontecimentos para parabenizar sua equipe. Mas não é assim que funciona! Elogie, vibre, parabenize a equipe por todo resultado positivo, desde a otimização de uma simples tarefa até uma super iniciativa de redução de custos. Pequenos estímulos fazem com que a equipe sinta-se mais confiante e cada vez mais empenhada em mostrar resultados positivos. Todos nós gostamos de ser elogiados, não é mesmo?

No entanto, seja específico e sincero em seus elogios. Aponte aquilo que te satisfez e do seu jeito – não queira ser o "Líder simpatia" se esse não é o seu perfil, mas também não sinta-se tolhido se no dia a dia for expansivo. Não deixe que os elogios pareçam bajulação pois, dessa maneira, começará a ser simplesmente ignorado.

O SER HUMANO VIVE DENTRO DE SEUS LIMITES (WILLIAM JAMES): Por último, e não menos importante, lembre-se que cada pessoa é única, tem suas qualidades, defeitos e limites. Se você, como líder, reparar que um colaborador não se sai bem em determinada tarefa por diversas vezes, troque o mesmo de lugar. Aptidões devem ser estimuladas. As vezes um colaborador excelente em planilhas, pode ser péssimo em relatórios. Ou aquele que não consegue se apresentar em público, faz as melhores apresentações possíveis em PPT.

Enfim, meus amigos, qualquer um pode estar líder, mas nem todos podem ser líderes. Desenvolva sua equipe. Conquiste as pessoas. Seja admirado e copiado e, dessa maneira, exerça com perfeição a palavra liderança!

Artigo escrito por Van Marchetti

Fonte: www.rh-partners.com.br

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Terça, 13 Agosto 2013 10:11

Exemplos de Liderança

A liderança é um dos temas mais estudados na área de relações humanas e seu papel é essencial na construção de resultados para pessoas e empresas. Deste modo, de acordo com cada perfil encontraremos diferentes modelos de liderança e poderemos compreender o líder, e seus comportamentos tanto em grupo, como liderando ou sendo liderado.

Por se tratar de um assunto de grande interesse, muitas pesquisas catalogaram os diferentes tipos de liderança, e mostram suas características comportamentais, que apresentaremos a seguir.

O LÍDER COACH
Para ele o bem estar emocional, psicológico e por consequência, físico, é muito importante para atingir o objetivo principal que foi determinado. O Coach é algo que transcende o papel de um líder. Ele estimula e motiva os liderados a crescerem como seres humanos, proporcionando uma aprendizagem que vai além do âmbito profissional. Um exemplo de Coach é o Marshall Goldsmith, formado em Matemática na Universidade da Califórnia. Goldsmith orienta milhares de executivos e faz com que eles sejam mais do que meros profissionais dentro de uma empresa.
Para Jack Welch, consultor de vários CEO da revista Fortune, no futuro todos os líderes serão Coaches. Quem não desenvolver essa habilidade, automaticamente será descartado pelo mercado.

O VISIONÁRIO E CRIATIVO
Este é um exemplo de líder que costuma fazer mais sucesso que os outros, pois possuem qualidades que costumam ser mais destacadas dentro do mundo empresarial. O estilo visionário engloba a criatividade e o senso de oportunidade, junto a um otimismo latente. O líder visionário é empreendedor, capaz de antecipar tendências, e está disposto a correr riscos. Essa capacidade de "prever" o que vai acontecer sempre está amparada em pesquisas de mercado e análise do comportamento das pessoas relacionadas a determinados produtos ou serviços.
Um dos líderes visionários mais marcantes e conhecidos de toda história é Steve Jobs, que junto com seu amigo Wozniak, percebeu uma grande oportunidade de desenvolver computadores com tecnologia e design diferenciados. Assim, ainda na década de 70, mais especificamente em 1976, nasce o primeiro computador pessoal e a empresa que viria a se tornar a Apple, hoje uma empresa referência mundial em tecnologia e uma das mais bem sucedidas da história neste segmento.

O DEMOCRÁTICO
É aquele que permite que todos os liderados participem das decisões importantes do grupo. O líder democrático acredita que a colaboração de ideias, críticas e sugestões é importante para aperfeiçoamento dos projetos, da equipe e da organização como um todo.
Este tipo de líder costuma ter bons resultados, pois com isso abre-se um espaço que possibilita a solução de problemas internos que podem dificultar o andamento das tarefas. Com este líder há espaço para diálogos mais abertos, comunicação efetiva, críticas construtivas, feedback constantes, pois a opinião é encarada como algo de valor, mas ele também deve ter a inteligência para encontrar o equilíbrio e não perder o controle o rumo, o foco e a objetividade.

O AUTORITÁRIO
É o exemplo de líder autocrático e que não tem abre espaço para que seus subordinados contribuam com seus conhecimentos, antes de tomar uma decisão, seja ela qual for. Ele toma para si esta responsabilidade de liderar e vê seus colaboradores como concorrentes. O líder autoritário é muito confiante em suas decisões, geralmente gosta de correr riscos e está pronto para os resultados, sejam positivos ou negativos. Seu excesso de confiança faz com que acredite ser dispensável a opinião de outras pessoas. Por outro lado, ele sempre conduz os processos com muita energia e vigor, sempre toma a frente e gosta de incentivar a equipe a alcançar os resultados que foram traçados.

O EXIGENTE

Com este líder todos os detalhes serão observados e nenhum deslize, por menor que seja, poderá passar em branco. Ele entende que para algo dar certo, "todos os buracos têm que estar tapados" e não há o menor espaço para pequenos erros. O líder exigente é muito crítico, observador e perfeccionista. Acredita que a excelência é o caminho para a obtenção do sucesso. O executivo, publicitário e apresentador Roberto Justus é considerado por muitos um líder exigente e perfeccionista.

Esses são alguns exemplos de perfis de liderança que nos servem para identificar um líder e tentar entender a importância de cada um deles no desenvolvimento dos liderados e resultados da empresa.
Apesar de todas estas diferenças, o líder é aquele que vai manter tudo dentro da ordem, ele será o guia moral, ético e profissional.

José Roberto Marques

Fonte: www.ibccoaching.com.br

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Ser chefe é fácil: basta mandar e amedrontar quem não estiver alinhado com suas ideias. Todos conhecem intuitivamente a diferença entre um chefe e um líder, desses capazes de pedir que você fique além do expediente para concluir uma tarefa e você... fica, por entender a importância do pedido e por se sentir estimulado a dar sua contribuição para determinado projeto.

É claro que há líderes natos, que sabem por intuição como se portar e como conduzir outras pessoas. Porém, especialistas consultados por EXAME.com dizem que é possível aprender a liderar por meio de práticas desenvolvidas ao longo do tempo. Veja 13 atitudes para se conseguir uma liderança estável:

1 - Ter consciência de que líder também erra
Uma das premissas do mundo dos negócios é que os maiores resultados provêm de grandes riscos. Assim, liderar uma empresa implica necessariamente em arriscar-se, ou seja, lidar com a possibilidade de não dar certo. O gerente do escritório da Michael Page no Rio de Janeiro, Marcelo Cuellar, diz que, para ter uma liderança estável, quem está no comando precisa ter a consciência de que em algum momento vai errar e deve estar pronto para tomar uma atitude quando isso acontecer. "É preciso se jogar no mar e estar disposto a engolir água. Se nadar só na piscina, não aprende a ser líder".

2 - Ser empático
É consenso entre os especialistas que uma liderança estável depende de quanto o líder conhece quem ele lidera. E, para isso, ser empático é fundamental. "Ele precisa se colocar no lugar de pessoas que enfrentam o que ele não enfrenta. Não quer dizer que ele terá que concordar com tudo que o outro faz, ou ceder sempre, mas assim ele poderá argumentar", diz Cuellar.

3 - Ter autoconhecimento
Para saber entender as necessidades do outro, é preciso conhecer bem a si mesmo. "O líder tem que ser consciente do profissional que ele é para poder executar ações que favoreçam a empresa", diz a professora e coordenadora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares.

4 - Estar atento às expectativas do grupo
"A liderança se caracteriza pela capacidade de superar as expectativas do grupo. Para conseguir isso, é preciso estar atento e saber reconhecer quais são essas expectativas", diz o coach organizacional Homero Reis.

5 - Traduzir o discurso em atitudes
É o que o coach Homero Reis chama de "autoridade relacional". Segundo ele, o líder tem por obrigação mostrar com atitudes aquilo que prega.

6 - Partilhar informações
Um time conduzido às cegas não dá resultados. Quanto mais os funcionários de uma empresa souberem o que acontece dentro dela, mais eficientes eles serão. É o que defende Mariella Gallo. "A sensação de exclusividade, de saber tudo, não é interessante para quem lidera. Quanto mais o líder delegar e compartilhar informações, mais respeitado ele será".

"As pessoas precisam saber para onde estão indo. O líder tem que compartilhar as informações que embasam suas decisões", reforça o sócio da consultoria Atingire, Fernando Jucá.

7 - Estar em constante processo de aprendizagem
Líder parado no tempo não é líder. Quem está no comando precisa manter o grupo sempre alimentado de novidades, defende Reis. "É muito importante estar em uma educação continuada, demostrar que está sempre pesquisando, estudando e inovando".

8 - Não tratar todo mundo igualmente
Um bom líder não é aquele que define uma maneira única de conduzir todas as pessoas. Ele precisa identificar quais são as necessidades de cada um e saber lidar com elas, para fazer a empresa crescer. "Um funcionário profissionalmente imaturo, inseguro, precisa que o líder transmita muita confiança, que o conduza. Já um profissional que é muito confiante no que faz precisa de liberdade", exemplifica o professor de liderança da Business School São Paulo, Gilberto Guimarães. "Um líder que trata todo mundo igual é injusto", reforça Cuellar.

9 - Fazer uma boa gestão do tempo
No mundo dos negócios, as mudanças ocorrem muito rapidamente e carregam um grau de informação enorme. De acordo com a coach Mariella Gallo, um líder eficiente precisa saber administrar essas mudanças, filtrar o que é importante e tomar atitudes.

10 - Saber "definir o futuro"
Não se trata de adivinhação e sim de percepção. Um líder precisa tomar as decisões mais certas possíveis. Para isso, ele tem de estar atento aos sinais que indicam o que pode acontecer no futuro. "É fazer uma leitura do que está acontecendo agora para descobrir quais são as tendências. Se a meteorologia diz que vai haver um inverno rigoroso, significa que vou vender menos sorvete", exemplifica Gilberto Guimarães.

11 - Ser humilde

Um bom líder reconhece a importância de cada pessoa. "O inverso disso é arrogância. O arrogante não escuta o outro e, por isso, comete muitos erros. Quem é arrogante é chefe, não é líder, porque só cria medo e não respeito, e o medo diminui a produtividade. Pessoas com medo são incapazes", revela o professor Gilberto Guimarães.

12 - Preparar sucessores
Clara Linhares defende que líder eficiente é o que não tem medo de perder a função e nem as pessoas. "Ele precisa reconhecer na equipe quem poderão ser os seus sucessores. É uma tarefa muito difícil, mas cada vez mais necessária".

13 - Ter uma "franqueza educada"
Muita gente confunde franqueza com falta de educação. Fernando Jucá defende que uma liderança precisa de "franqueza educada". "É ir direto ao ponto, mas sem grosserias".

Luísa Melo

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Sexta, 15 Março 2013 17:21

Gestão Familiar

Seja por característica ou por cultura a maioria das empresas de nosso país nasceram de uma idéia ou do sonho de um casal ou do pai, o grande líder da família; vai crescendo e os filhos são chamados para tornar o sonho individual do pai em sonho e realização coletiva – da família. Felizmente, boa parte destas empresas cresce e fica sólida mesmo sem um planejamento formal, coisa também cultural no Brasil. Nestes casos a maior dificuldade aparece naquele momento em que existe a necessidade de compartilhar decisões, delegar, criar setores e dividir responsabilidades, o PAI não abre mão de ser o MANDÃO, o faz TUDO, não dá espaço para os filhos, peca na disciplina etc. Tenho visto tantas coisas impossíveis que me fazem repensar alguns conceitos. Será que os filhos estão preparados para novos desafios? Será que os pais estão prontos para soltar a empresa para seus sucessores? Em ambos os casos a maioria deles dizem que sim, mas o desafio está no processo de preparação profissional tanto para aquele que vai dar espaço quanto para quem vai ganhar espaço, ambos devem se preparar profissionalmente para o dia 'D'.

Sei que isso não é nenhuma novidade, mas é justamente aí que está o problema, pois não basta acreditar que o filho que se formou ontem na faculdade já pode assumir a empresa e por outro lado não basta o filho acreditar-se capaz para administrar a empresa e mandar o pai para casa, descansar! Até para isso é preciso conhecimento, planejamento e acompanhamento, ou seja, para ambos poderem tirar o melhor resultado das novas atribuições e atividades que exercerão a partir deste momento, é preciso preparação.

A seguir algumas dicas que poderão auxiliar nesta preparação para a chamada sucessão familiar ou gestão familiar profissional:

Planeje sua carreira (ou aposentadoria) juntamente com os futuros administradores;

Trace o perfil da função;

Trace o perfil de cada um - lembre-se, é preciso que haja afinidade com a função;

Faça um verdadeiro vestibular - eles deverão estudar tudo sobre a empresa e o mercado;

Peça para que eles trabalhem em todos os setores para conhecerem os processos e procedimentos da empresa – assim poderão identificar pontos fortes e outros que podem ser melhorados;

Dê inicialmente alguns desafios isolados e, de propósito, não auxilie;

Peça para que façam um planejamento próprio, como se ele já fosse o CARA;

Faça com que seu sucessor organize alguns trabalhos comunitários;

Agora o mais importante: o futuro do candidato dependerá de como ele está preparado para as dificuldades financeiras, por isso, estipule uma remuneração por projetos e resultados que deverão ser obtidos - nada de ser bonzinho nesta hora;

Caso nada disso seja possível, contrate um gestor profissional.

Fonte: ogerente.com.br  / foto: reprodução

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Se você não gerenciar os usuários, patrocinadores e outros envolvidos, pode entregar no prazo e no orçamento previstos, mas pode não atender às necessidades do negócio.

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Quarta, 14 Março 2012 09:57

Perfil

  • Master in Business Administration pelo IESE Business School - Universidade de Navarra - Espanha (2012 - 2014)

  • Mestre em Liderança Organizacional (Master of Arts in Organizational Leadership) pela Azusa Pacific University - California - EUA

  • Bacharel em Administração pelo Centro Universitário da FEI de São Paulo

  • Examinador do Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ

  • Professor de Pós-graduação da Universidade Gama Filho

  • Professor de Pós-graduação do Instituto Racine

  • Diretor Executivo da Keymind Liderança e Gestão

  • Palestrante em Congressos Nacionais e Internacionais

  • Técnico em Mecânica pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Publicado em Alexandre Rosaneli

 

O estilo democrático é uma técnica de liderança que propicia um ambiente saudável, comprometimento e desenvolvimento dos indivíduos. Este estilo deve ser o mais utilizado pelo líder no dia a dia. São características do estilo democrático: envolver seus subordinados para determinar plano, políticas, procedimentos e metas, é um facilitador nas discussões e exerce a comunicação de forma bilateral e aberta a discussões e opiniões, possuindo grande foco na interação e no relacionamento interpessoal.

As situações nas quais este estilo terá maior eficácia e resultados são:

  • Na rotina de cada dia de trabalho;

  • Se houver necessidade de maior comprometimento das pessoas, principal
mente com decisões que afetarão sua rotina ou se o resultado de determinadas 
modificações depender, em sua maioria, da atuação de seus subordinados;

  • Para desenvolver os subordinados em termos de comportamento e no estabelecimento de um relacionamento baseado em confiança.

Percebi, liderando minha própria equipe, que para adotar o estilo democrático precisamos de tempo. Tempo para poder envolver, discutir e acompanhar sua equipe. No diaa a dia percebo, principalmente as lideranças, uma escassez do Tempo, como se isso fosse possível já que o tempo é o mesmo, nunca haverá mais ou menos. Acredito que esta escassez dar-se-á por uma ausência de planejamento e prioridade, somados à ineficácia do desenvolvimento dos subordinados para delegar atividades de forma eficaz.

Lógico que não podemos desconsiderar que o excesso de trabalho e falta de recursos, sejam eles humanos e materiais, podem influenciar no Tempo.

Em que situações você não adotaria um estilo democrático?

 

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Técnicas disciplinares são utilizadas em situações nas quais o subordinado apresenta um comportamento inadequado ou transgrediu uma norma ou regra da empresa, principalmente aquelas estabelecidas em manuais de conduta, em código de ética e em normas de segurança.

Para uma maior eficácia em atos disciplinares e padronização da abordagem que propicia maior senso de justiça, recomenda-se determinadas atitudes aos líderes, lembrando que o ato disciplinar deve ser implementado pelo líder do subordinado que transgrediu a regra e não somente pela área de recursos humanos:

 

  • Avisar - É necessário alertar antes de iniciar uma ação disciplinar. Isso significa 
que o funcionário necessita estar consciente das regras da organização e aceitar seus padrões de comportamento. As ações disciplinares possuem maior probabilidade de ser interpretadas pelos funcionários como justas se eles forem devidamente alertados sobre as consequências de seus atos e sobre as punições previstas. Por exemplo, se houver um manual de conduta e ética;

  • Responder imediatamente - Quanto mais rapidamente uma ação disciplinar responder a um comportamento inadequado, maior a probabilidade de que o funcionário associe a "punição" a seu comportamento, e não ao líder ou gestor como responsável pela disciplina. O ideal é iniciar o processo disciplinar logo que possível, assim que receber a notificação sobre a transgressão;

  • Definir o problema com precisão - É necessário indicar data, local, horário, pessoas envolvidas e quaisquer outras circunstâncias que digam respeito à violação. Defina a transgressão em termos exatos, ao invés de apenas citar a regulamentação da empresa ou os termos de um contrato sindical/legislação. Não é a violação da regra que deve ser o foco da atenção. É o efeito que essa transgressão causa no desempenho da empresa. Explique com clareza por que o comportamento não pode ser admitido, mostrando suas conseqüências sobre o desempenho do funcionário, a eficácia da empresa e os colegas de trabalho;

  • Permitir que o funcionário explique sua posição - Não importam os fatos, é necessário oferecer ao funcionário o direito de se explicar. Na opinião dele, o que aconteceu realmente? Por que aconteceu? Qual foi a percepção das regras, dos regulamentos e das circunstâncias? É necessário checar se o funcionário percebeu a conseqüência de sua atitude;

  • Manter a discussão em termos impessoais - A penalidade deve estar associada à transgressão cometida e não à personalidade do transgressor. Ou seja, a ação disciplinar deve ser dirigida à violação e não ao funcionário;

  • Ser coerente - O tratamento justo dos funcionários exige que as ações disciplinares sejam coerentes. Se a violação de regras for tratada de maneira incoerente, as regras perderão seu impacto, o moral será abatido e os funcionários certamente questionarão sua competência. Coerência, entretanto, não significa tratar os casos da mesma maneira. Isso seria ignorar possíveis circunstâncias atenuantes. É absolutamente aceitável que a severidade da punição possa ser modificada em razão do passado do transgressor, de seu bom desempenho e assim por diante. Mas é responsabilidade do líder ou do gestor justificar aos funcionários suas decisões referentes às ações disciplinares;

  • Obter a concordância sobre a mudança - A ação disciplinar deve incluir a orientação para a correção do problema. Deixe o funcionário expressar o que pretende fazer no futuro para assegurar que a transgressão não mais se repetirá;
 Empregar soluções progressivas - Escolha uma punição que seja apropriada ao ocorrido.

  • As penalidades devem tornar-se progressivamente mais severas quando e se houver reincidência - Geralmente, a primeira ação disciplinar progressiva começa por uma reprimenda oral, depois por escrito, seguida de suspensão, de corte de pagamento e, finalmente, nos casos mais sérios, a demissão.

As atitudes acima podem tornar o líder mais eficiente e eficaz ao se tratar de ação disciplinar.

Fonte: Robbins, Stephen Paul.

 

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Adotar um estilo de Liderança é, em algumas abordagens do estudo sobre Liderança, na adaptação do comportamento do líder em relação aos subordinados. O líder avalia a situação e verifica a melhor forma de agir com seus subordinados. Essa forma de agir pode ser estabelecida de três maneiras: o autocrático, o democrático e o liberal.

O autocrático é uma técnica de liderar importante, diferente do que muitos acreditam não ser, e deve ser utilizada em circunstâncias específicas. Ser autocrático não é o mesmo que ser mal educado, ríspido ou grosseiro. Ser autocrático é não fornecer abertura para seu subordinado discutir ou opinar sobre determinado assunto ou situação. É estabelecer, de maneira unilateral, regras ou procedimentos. É ser dominante na interação com os indivíduos e individualista no estabelecimento de planos e metas.

As situações em que este estilo obterá maior eficácia e resultados são:

  • Em momentos de crise ou de urgência nos quais não há tempo para discussões 
ou abertura para opiniões;
  • Se polêmicas começarem a influenciar em uma ação ou em uma decisão a ser 
tomada pelos membros da equipe;
  • Se o excesso de democracia no processo de tomada de decisão ou de mudança 
começar a prejudicar o resultado.

Também é verdade que adotar continuamente um estilo autocrático de liderança pode causar um desgaste muito elevado, tanto para o líder como para a equipe.

Em que situações você acredita ser útil a adoção do estilo autocrático de liderar? E em quais situações não é eficaz este mesmo estilo?
Será que existem determinados tipos de ambientes de empresas onde este estilo é mais eficaz?

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