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Você tem um currículo interessante, demonstrou ter todas as competências exigidas para a vaga, mas no fim da entrevista deixou escapar uma frase que pôs tudo a perder?

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Quinta, 13 Fevereiro 2014 09:25

Use seu Email Corporativo de Maneira Eficiente

Os e-mails são importantes ferramentas de trabalho e, por isso, manter sua caixa organizada é fundamental para executar suas atividades de forma eficiente.

Uma caixa de e-mails ordenada facilita a visualização de mensagens importantes, permite excluir o que não é relevante e evita erros.
Para ajudar a usar seu email corporativo de maneira eficaz, confira algumas dicas:

Verifique seus emails diariamente
Ao chegar ao trabalho, verifique seus e-mails e responda-os antes de fazer qualquer atividade.

Isso ajudará a identificar quais atividades são prioridade além de evitar que você deixe mensagens importantes passarem despercebidas em meio a tantos e-mails misturados.

Arquive suas mensagens
Outra dica importante é arquivar seus e-mails. O Gmail, por exemplo, oferece a opção de criar pastas que facilitam o tagueamento e separação de mensagens.

Os marcadores e submarcadores ajudam a organizar melhor sua rotina, além de auxiliar a separar e-mails importantes e simplifica a procura de mensagens antigas.

Atenção ao redigir um email
É importante lembrar que um e-mail dentro do ambiente organizacional é um documento importante e tudo o que for redigido ficará registrado. Por isso, evite o uso de seu email corporativo para assuntos pessoais.

Quando for redigir uma nova mensagem, procure escrever o assunto de maneira clara e objetiva, use saudações que demonstram respeito como "prezado, bom dia", "atenciosamente", entre outras e seja conciso. E-mails extensos demais podem deixar de ser atrativos aos olhos do leitor.

Se realmente precisar escrever um texto mais longo, procure utilizar os marcadores de tópicos que ajudam na organização de ideias e facilitam a leitura.

Insira os destinatários somente quando terminar de redigir seu email, isso evitará que a mensagem seja enviada sem conclusão.
Aproveite as dicas e bom trabalho.

Fonte: www.ibccoaching.com.br

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Quinta, 07 Novembro 2013 09:55

4 Erros que Estragam sua Estratégia

Para o professor da Harvard Business School, considerado o mais influente do mundo, estratégia é criar uma empresa única para gerar valores exclusivos.

Para o professor da Harvard Business School, Michael Porter, em qualquer organização, a estratégia nada tem a ver com olhar para o futuro para "inventar uma melhor maneira de concorrer". Ela significa, na verdade, "criar uma direção para construir uma empresa única, que entregue valores únicos aos clientes que escolhe atender". 

Ele, que segundo a revista Fortune influenciou mais executivos e nações do que qualquer outro professor no mundo, esteve no fórum HSM Expomanagement nesta terça-feira e citou alguns pontos que impedem as companhias de desenvolverem uma estratégia eficiente. Veja quais são eles:

Acreditar que só existe uma única forma de concorrer

Segundo Porter, muitas organizações acreditam que ver o futuro e inventar a forma ideal de concorrer - seja pelo melhor produto, marketing, interação com o cliente, cadeia de suprimentos, etc - como se houvesse uma única maneira de ser melhor, uma fórmula do sucesso. Esse pensamento, segundo ele, cria uma concorrência destrutiva, na qual ninguém consegue vencer.

"É uma competição de soma zero: você e o concorrente estão oeferncendo a mesma coisa. Os consumidores não querem saber disso, eles querem escolher. E se você não oferece algo diferente, ele escolhe na base do preço. E isso essencialmente reduz a lucratividade do negócio", diz.

Segundo ele, é preciso criar uma competição de soma positiva: "Você oferece uma coisa, seu concorrente outra e ambos podem ganhar. O seu sucesso não depende do fracasso alheio". Dessa forma, segundo, ele toda a indústria cresce, porque necessidades diferentes são atendidas de forma eficiente.

Confundir estratégia com meta e visão

Segundo Porter, muitas companhias pecam pela linguagem, que impede que elas tenham clareza sobre o que precisam fazer. "Elas usam a palavra estratégia demais: de marketing, de vida", afirma.

Ideias como crescer e ser o número um do mercado, são metas, objetivos e não estratégia, de acordo com o professor.

 

Ele também diz que existe confusão em relação a ações específicas: "se globalizar, ser inovador... Isso são iniciativas para implementar a estratégia. Ela é para onde você quer ir, e não os passos para chegar lá".

Confundir estratégia corporativa com estratégia de negócios

Para Michael Porter, a estratégia de negócios é básica para qualquer organização: consiste em definir como ela será competitiva no setor em que atua. É aí que se descobre no que é importante investir, que clientes atingir, qual é a dinânica da concorrência. Porém diversas empresas possuem várias linhas de negócio. A estratégia corporativa significa então, saber combinar os vários ramos para melhorar a vantagem competitiva e gerar valor para a organização.

"Muitas vezes, quando se fala em estratégia dentro de uma companhia, não fica claro sobre qual nível se trata".

Confundir eficiência operacional com estratégia

Assimilar os pensamentos mais recentes, adotar as tecnologias mais modernas, tudo isso é muito importante, porém, é somente o básico, segundo Porter. "Se existe uma máquina que pode mudar noss trabalho, devemos comprar. Se há novas formas de organizar nossa força de vendas, também devemos adotá-la. Temos que aprender, trazer para a nossa empresa e implantá-la. Isso é eficiência operacional. Mas só isso não cria valor para o cliente, porque todo o mercado faz a mesma coisa".

Segundo ele, é necessário ter escolhas claras sobre em que uma organização vai se diferenciar."Têm sucesso aquelas empresas que entendem quem são e o que as diferencia", ressalta.

Questão de escolha

Uma estratégia eficiente está totalmente baseada em escolhas. Não só do que se vai fazer, como do que não se vai fazer segundo Porter. Seu único objetivo é gerar lucro. E para isso, uma escolha incial é fundamental: decidir se a empresa criará valor através do alto preço de seus produtos, ou de custos mais baixos (que geram preços mais baixos).

Além disso, definir o que não será feito e que público não irá atinfir, é essencial. Como exemplo, ele cita a Nespresso, que "reinventou o valor de mercado do café".

"Ele [o café] não vem mais em saquinho, não se compra no supermercado. Ele vem em cápsulas, é preciso ter uma máquina específica para prepará-lo e é possível pedir pela internet. A Nespresso escolheu clientes que queriam um café de qualidade, mas não queriam se envolver no processo de prepará-lo. É assim que surgem as estratégias. De grandes escolhas".

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Muitos empreendedores gostariam de estimular uma maior participação de seus funcionários na gestão do negócio, mas têm medo que com isso ouçam também críticas e reclamações.

Pessoas comprometidas, dedicadas e que querem contribuir dão muitas sugestões, participam intensamente do dia a dia da empresa e, claro, reclamam do que acham estar errado, dando chances de melhorias contínuas nos processos da empresa.

Pequenas empresas, que têm estruturas enxutas, dependem ainda mais desta participação efetiva de toda sua equipe. Portanto, uma tarefa essencial do gestor é assegurar a livre circulação de ideias por toda a companhia, já que as melhores contribuições surgem em ambientes participativos. Veja seis dicas para estimular a participação de seus funcionários.

1. Esteja disponível para ouvir: Líderes dispostos a ouvir sugestões estão sempre aprendendo algo novo, sem ter a obrigação de aceitar tudo que ouvem.

2. Valorize opiniões divergentes: Analise e debata as diferentes opiniões sobre um mesmo assunto. As pessoas se sentem valorizadas quando suas ideias e opiniões são debatidas, o que estimula uma participação mais intensa de todos.

3. Estimule sugestões de melhorias: Tenha um e-mail exclusivo para receber sugestões, além de uma reunião mensal para debater e implementar as melhores.

4. Premie as melhores sugestões: Faça concursos da melhor sugestão do trimestre, por exemplo, e premie através de pequenas quantias em dinheiro, um dia extra de folga ou treinamentos especiais aos ganhadores.

5. Aceite críticas: Críticas são muito bem vindas, quando melhoram os processos. Aceitar críticas construtivas faz parte do processo de aumento da confiança interna.

6. Dê o exemplo: Se você for um entusiasta da participação em debates, as pessoas aos poucos irão seguir o mesmo caminho.

Para ter sucesso duradouro a empresa precisa estimular a livre comunicação, já que um dos fatores que mais motivam as pessoas é dar-lhes a chance de utilizar seu potencial máximo de contribuição.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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A inovação é um dos ingredientes que contribuem para a competitividade de uma empresa e, por isso, a maioria das companhias querem ter o título de inovadoras. Mas implementar esta cultura no dia a dia do negócio, não é uma tarefa simples. Veja alguns sinais de que uma corporação investe efetivamente em inovação e não fica só no discurso:

1) Todos os níveis da empresa sabem como funciona os processos de inovação

Não basta criar estratégias. Além de desenvolver programas, processos e sistemas para a inovação, é preciso comunicar isso aos funcionários. "Todos dentro da empresa devem saber como sugerir algo e como funciona o comitê de inovação, que aprova os projetos", diz o coordenador do programa de gestão estratégica da inovação da Fundação Dom Cabral, Anderson Rossi.

2) A companhia organiza campanhas de geração de ideias

É o que Rossi chama de inovação induzida, ou seja, quando a liderança cria desafios inovadores para problemas que a empresa enfrenta. "É uma boa forma de engajar as pessoas, mais fácil do que o processo livre, em que as pessoas podem ou não contribuir. Gera uma força tarefa de geração de ideias", diz ele. "Mas esse processo deve ter prazo, não pode durar mais que 20 dias", explica.

3) Os processos inovadores são recompensados

Uma empresa que tem uma política clara de reconhecimento dos processos de inovação, já está um passo a frente das outras, segundo Rossi. Assim, ela "transforma colaboradores em empreendedores internos". Para ele, a recompensa pode vir em forma de viagens, descansos e até remunerações. "Algumas empresas fazem isso com dinheiro, mas eu não concordo muito. Acho que a renda vinda dos projetos deve ser distribuída não só entre quem teve a ideia, mas entre todos, como quem a implementou e controlou", exemplifica.

4) A empresa constrói projetos de médio e longo prazo

Todo mundo sabe que o sucesso nos negócios não aparece da noite para o dia. A premissa é a mesma quando se fala de inovação. De acordo com Rossi, não saber lidar com o longo prazo é um dos motivos porque as empresas brasileiras não aparecem muito entre as mais inovadoras do mundo (em recente lista da revista Forbes, a Natura foi a única brasileira de 25 companhias).

"A ansiedade por resultados mata a inovação, ela precisa maturar. O empresariado brasileiro, acostumado à alta inflação do passado, não aprendeu a trabalhar o longo prazo. Hoje, com incentivos governamentais, é possível se organizar", explica o professor, que considera o longo prazo como um período de 10 a 15 anos.

5) A corporação tem um sistema de gestão que reconhece projetos em andamento

"Em geral, o exercício fiscal das empresas é medido em cerca de dois anos. É preciso saber mensurar as etapas futuras de projetos de inovação e o possível impacto delas dentro da empresa", diz Rossi. Assim, equipes focadas em resultados futuros também podem ser valorizadas.

6) A empresa tem indicadores para medir os esforços de inovação bem sucedidos

Significa apresentar ações e resultados efetivos aos acionistas e colaboradores. Se a empresa sabe dizer qual é o percentual de sua receita que provém de produtos e serviços inovadores, é um desses casos. "É como dizer: estamos investindo 'x milhões' e já temos 'x milhões' em resultados. Se melhorou o caixa, se gerou dinheiro novo, é sinal de que a inovação foi positiva", explica o professor. Outra forma é quando a empresa faz o uso de incentivos fiscais como a lei do bem e reinveste os valores em projetos de inovação.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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