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Que o líder de uma equipe tem influência direta nos resultados de uma companhia é fato. É ele quem direciona, delega e supervisiona as atividades dos demais. Mas o que será que os presidentes das empresas de sucesso fazem diferente? Consultando especialistas, eles apontaram algumas características e atitudes comuns a esses gestores. Veja quais são elas:

1) Nunca estar satisfeito com os resultados

Não é que o presidente não irá reconhecer as conquistas da empresa e do time, nada disso. Trata-se de sempre acreditar que dá para fazer mais, ter novas ideias e novos projetos. "É uma eterna insatisfação", diz Diego Maia, autor do livro "Como ser um gestor de sucesso".

2) Investir em preparação e qualificação constantemente

Conhecimento nunca é demais. E para um bom líder, segundo Maia, buscar ser melhor, mais qualificado, é essencial. "E não se trata só de graduação e cursos formais. Ler livros, jornais, assistir a programas jornalísticos também ajuda muito", exemplifica.

3) Cuidar e proteger seus funcionários

De acordo com o professor da FIA Alfredo Behrens, o presidente de empresa eficiente no Brasil é aquele que conhece e protege seus funcionários. "O brasileiro troca lealdade por proteção. Quando ele sente que o líder se preocupa, ele se dedica até mesmo além do que o seu salário pagaria", diz. "É aquele caso de a pessoa ir trabalhar no domingo, porque quando a mãe estava doente pôde sair mais cedo do trabalho para ficar com ela. E isso acontece sim nas grandes empresas, de maneira informal", completa.

4) Estar próximo da equipe

Para Behrens, esta é uma das principais atitudes que diferenciam líderes extraordiários de outros. "Há muitos gestores que não gostam do povo, que tomam decisões a portas fechadas, com apenas 15 pessoas. Se eles conseguissem delegar mais, passar para dar um beijo, conversar, os funcionários seriam muito mais motivados e não controlados", afirma o professor.

5) Ter humildade para ouvir

Nenhum presidente de empresa é verdadeiramente eficiente se não souber ouvir o seu time. "As decisões que ele toma são baseadas em informações que outras pessoas trazem. O líder precisa ouvir e confiar na equipe, porque ele não tem como checar tudo", afirma a coordenadora do IBMEC Carreiras em Minas Gerais, Fernanda Schröder.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Quer saber a diferença entre os empreendedores bem sucedidos e os que fracassaram? Aqui estão alguns traços essenciais
A diferença entre as pessoas bem sucedidas e as outras pessoas, que apenas tentam, ou nem chegam a tentar, é o que todo mundo quer saber.

Será que existem algumas qualidades que as pessoas de sucesso e as pessoas que fracassam têm em comum?
Provavelmente sim. Mas é muito importante reconhecer que o tempo, a sorte e simplesmente estar no lugar certo na hora certa desempenha um grande papel em muitas histórias de sucesso.
Décadas de experiência pessoal e mentoring podem nos ensinar que empreendedores bem sucedidos têm, em comum, 5 qualidades.

1. Uma Paixão Inabalável
Os conselhos incentivando você a fazer o que ama já viraram clichê. Ouvimos por todos os lados para encontrarmos a nossa paixão. Mas isso é mais fácil falar do que fazer.
Ser um empreendedor exige empenho e dedicação – mais do que a maioria dos empregos exige das pessoas. Se você é ambivalente ou levemente entusiasmado sobre seu produto ou serviço, lembre-se que isso não vai sustenta-lo através dos altos e baixos que inevitavelmente ocorrerão.
Se você encontrar algo que ama o suficiente para querer compartilhar com os outros, o amor será o combustível que vai ajudar você a chegar onde for preciso. Você é absolutamente apaixonado pelo que faz?

2. Mente Aberta
Os empreendedores mais bem sucedidos nunca se esquecem que podem aprender com os outros. Eles pedem conselhos. Eles são flexíveis. Eles absorvem as melhores práticas que os rodeiam como uma esponja. O medo do fracasso pode torná-lo uma pessoa de punho de ferro, mas a rigidez não vai resolver o seu problema.

3. O Desejo de ser um Especialista
Empreendedores adoram desafios. Se não gostassem, nós provavelmente teríamos escolhido outros caminhos.
Mas, tão emocionante como considerar um desafio, os grandes empreendedores sabem que se concentrar no seu negócio pode ter grandes benefícios.
Quando você permanece em um mercado, você aprende sobre esse mercado e a sua história. Saber esses detalhes podem ajudar a identificar como prosperar nesse mercado.
Nesse meio tempo, você vai construir uma rede de relacionamento para apoiá-lo em futuros empreendimentos, especialmente em tempos de vacas magras. Quanto mais tempo no mercado, mais próximo de se tornar um expert você está.

4. Abordagem Prospectiva
Empreendedores bem sucedidos estão sempre pensando à frente. Eles podem desviar o seu roteiro, mas sempre têm um roteiro ou um plano em mente. Ter um conjunto claramente definido de objetivos irá manter você preso aos seus objetivos. Eles podem estar em constante evolução, mas se você não sabe para onde ir, você não vai chegar a lugar algum.


5. Fluxo constante de Ideias
Grande parte de empreendedores bem sucedidos não descansam sobre os louros. Em vez disso eles estão constantemente se perguntando qual é o próximo desafio. Eles acreditam que ser um empreendedor bem sucedido é um lifestyle, não o destino.

Este artigo foi adaptado do original, "5 Qualities of Successful Entrepreneurs", da Entrepreneur.

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Sexta, 15 Março 2013 17:21

Gestão Familiar

Seja por característica ou por cultura a maioria das empresas de nosso país nasceram de uma idéia ou do sonho de um casal ou do pai, o grande líder da família; vai crescendo e os filhos são chamados para tornar o sonho individual do pai em sonho e realização coletiva – da família. Felizmente, boa parte destas empresas cresce e fica sólida mesmo sem um planejamento formal, coisa também cultural no Brasil. Nestes casos a maior dificuldade aparece naquele momento em que existe a necessidade de compartilhar decisões, delegar, criar setores e dividir responsabilidades, o PAI não abre mão de ser o MANDÃO, o faz TUDO, não dá espaço para os filhos, peca na disciplina etc. Tenho visto tantas coisas impossíveis que me fazem repensar alguns conceitos. Será que os filhos estão preparados para novos desafios? Será que os pais estão prontos para soltar a empresa para seus sucessores? Em ambos os casos a maioria deles dizem que sim, mas o desafio está no processo de preparação profissional tanto para aquele que vai dar espaço quanto para quem vai ganhar espaço, ambos devem se preparar profissionalmente para o dia 'D'.

Sei que isso não é nenhuma novidade, mas é justamente aí que está o problema, pois não basta acreditar que o filho que se formou ontem na faculdade já pode assumir a empresa e por outro lado não basta o filho acreditar-se capaz para administrar a empresa e mandar o pai para casa, descansar! Até para isso é preciso conhecimento, planejamento e acompanhamento, ou seja, para ambos poderem tirar o melhor resultado das novas atribuições e atividades que exercerão a partir deste momento, é preciso preparação.

A seguir algumas dicas que poderão auxiliar nesta preparação para a chamada sucessão familiar ou gestão familiar profissional:

Planeje sua carreira (ou aposentadoria) juntamente com os futuros administradores;

Trace o perfil da função;

Trace o perfil de cada um - lembre-se, é preciso que haja afinidade com a função;

Faça um verdadeiro vestibular - eles deverão estudar tudo sobre a empresa e o mercado;

Peça para que eles trabalhem em todos os setores para conhecerem os processos e procedimentos da empresa – assim poderão identificar pontos fortes e outros que podem ser melhorados;

Dê inicialmente alguns desafios isolados e, de propósito, não auxilie;

Peça para que façam um planejamento próprio, como se ele já fosse o CARA;

Faça com que seu sucessor organize alguns trabalhos comunitários;

Agora o mais importante: o futuro do candidato dependerá de como ele está preparado para as dificuldades financeiras, por isso, estipule uma remuneração por projetos e resultados que deverão ser obtidos - nada de ser bonzinho nesta hora;

Caso nada disso seja possível, contrate um gestor profissional.

Fonte: ogerente.com.br  / foto: reprodução

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Quarta, 06 Março 2013 17:27

A empresa do futuro: a motivação

 

Ainda não inventaram combustível melhor para o ser humano do que a motivação. Assim como não há valor maior em uma empresa do que o seu potencial humano. A combinação dos dois movimenta o mundo com soluções.

É indiscutível que hoje há diversos meios para se motivar e uma extrema dificuldade para se manter motivado. O meio competitivo em que vivemos nos exige motivação diária ao mesmo tempo em que, é esse meio com seus estresses, correrias e problemas que mina nossa motivação, afundando-a no terreno que escolhermos. Se bem raciocinarmos, podemos constatar que não somos feitores de motivação. Não a causamos; só temos o poder de senti-las e repassá-la aos outros.

Temos o poder de trabalharmos nossa motivação, mas nunca de construí-la sozinhos. Ela surge da combinação das nossas necessidades e do meio em que precisamos estar; contrariando alguns argumentos de que surge apenas do interior humano.

Ela realmente surge de incentivos que podemos construir ou adquirir de outras pessoas. E, acredite, há uma grande diferença entre incentivo e motivação. O incentivo é aquela voz que diz: "Faça!"; a motivação é aquela voz que diz: "Vou fazer!".

Talvez essa "confusão" tenha alimentado esses argumentos de que o "Vou fazer!" surge apenas do interior humano. Na verdade, se pudéssemos "traduzir" a motivação, seria: "Vou fazer porque quero, porque é preciso e porque tenho como fazer!".

Sabendo disso, a empresa do futuro alimenta seu quadro de pessoal com a motivação gerada no ambiente para potencializar a motivação gerada pelas necessidades de cada indivíduo. Assim, há uma "disseminação" da motivação que atinge todos que estejam receptivos ao crescimento.

Hoje, muitas empresas mergulham em programas motivacionais com o foco em uma determinada meta. Motivar não é um simples propósito, deve ser um estilo de condução da Organização. Com todos motivados, abre-se um leque para o alcance de inúmeras metas com uma enorme chance de sucesso.

Já vimos empresas buscando em suas seleções de pessoal profissionais que estejam motivados em ocupar a tal vaga. Isso é falso! Será uma motivação momentânea se o ambiente não propiciar meios para motivar e reavivar essa motivação todos os dias. E não é a inexistência de problemas e grandes desafios que configura isso, pelo contrário, esses desafios são um ponto a mais para a ascensão. Essas empresas ainda contratam jogadores de futebol sem fornecer-lhe a bola. A empresa do futuro não só fornece a bola como propicia um ambiente adequado para que esse "jogador" tenha como construir suas jogadas.

Um grande exemplo de motivação hoje é uma empresa que se preocupa com a saúde do seu funcionário. Contrariando quem pensa que motivação é alinhada a um salário alto, ela está mais ligada ao bem-estar, a uma liberdade de pensar e um apoio para a execução de projetos bem elaborados. Claro que isso também necessita de um salário justo para ter sucesso. Mas, isso não é problema para empresas que dão exemplos de valorização do fator humano. Isso já é percebido na contratação. Não que o funcionário não vá ser exigido, mas essas exigências estão alinhadas ao reconhecimento.

Isso não deveria ser limitado às empresas que lidam com a necessidade de ideias, como as do setor de informática ou de mercados financeiros. Todas as empresas precisam de ideias. Todas as empresas precisam motivar. Essa já é uma grande ideia!

As pessoas têm objetivos iguais nessa área: Conquistar espaço, sucesso profissional e melhorias no padrão de vida. Ou seja, somos todos iguais dentro de empresas diferentes, mas parecemos diferentes dentro de empresas iguais.

Fonte: logisticadescomplicada.com.br

Foto: reprodução

 

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Terça, 26 Fevereiro 2013 17:20

Saber Ouvir

Presidentes e Donos de empresas são pessoas que pelas suas características de personalidade (pro-atividade, iniciativa, persistência...) estão mais dispostas a falar, a emitir opiniões do que de ouvir.

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Empreendedores com conhecimento sobre finanças têm vantagem na hora de gerenciar um negócio. Saber calcular a margem de lucro, administrar bem os fluxos de caixa e organizar as contas da empresa são tarefas indispensáveis para que pequenas empresas não fiquem no vermelho. Confira abaixo os principais erros que os empreendedores cometem.

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Não basta ter bons trabalhadores. Para serem inovadoras, organizações precisam quebrar paradigmas e incentivar o pensamento criativo

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Autor americano defende que "críticas construtivas" são em sua maioria destrutivas e podem gerar revolta e insubordinação.

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Segunda, 30 Julho 2012 16:41

5 Habilidades raras no mercado mundial

Pesquisa indica quais competências gerais estão cada vez mais em falta no mundo profissional

São Paulo- A falta de talentos está tirando o sono de recrutadores em todo o globo. Mas a carência não está relacionada apenas com formação específica. Alguns comportamentos e competências gerais também se tornaram raros no mercado de trabalho nos últimos anos.

Pensando nisso, a Hays conduziu um levantamento em mais de 30 países para checar quais as habilidades que estão em falta no mercado.

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Segunda, 12 Março 2012 14:15

Organizações Vivendo na Plenitude

Quando um empreendedor começa um negócio, o que ele mais deseja é: crescer, contratar pessoas, ter instalações adequadas, produtos ou serviços conhecidos, ou seja, ter sucesso naquilo que faz.
Tudo isso leva o empreendedor, em sua maioria, a não dar atenção a uma série de pontos importantes para que ele tenha sucesso. Porém, não é um comportamento de poucos, e sim uma característica comum, que se apresenta na história do empreendedorismo brasileiro,que felizmente vem sendo muito bem trabalhada e abordada por diversas instituições e organização da sociedade. Analisando as organizações, podemos destacar alguns vícios que devem ser corrigidos, ou melhor, paradigmas que deverão ser rompidos:

  • Não realização de um planejamento e não valorização do mesmo para sustentabilidade do negócio;
  • Não dispor de pessoal qualificado ou capacitado para assumir posições, ou não investir na capacitação e assumir sua importância para a qualidade e crescimento;
  • Tornar-se o principal executor, e muitas vezes o que mais trabalha;
  • Investir na formação de líderes, buscando evoluir entre os paradigmas técnicos, de gestão e liderança;
  • Misturar as finanças da empresa com as finanças pessoais;
  • Ausência de processos claros e definidos e uma comunicação ineficiente.


Assim a pergunta: como organizar e dirigir uma empresa para crescer, torna singular diversos vícios e deficiências na gestão das organizações. Sem a pretensão de dar uma receita, existem algumas coisas que podemos buscar o entendimento e começar a desenvolver em nossas organizações. As empresas estão em constante mudança como nós seres vivos, e para isso não podem assumi-la como algo estático, e sim como algo orgânico e mutável.

Segundo ADIZES (1993), as organizações são como seres vivos: nascem, crescem, envelhecem e morrem. Dentro do Ciclo de Vida das Organizações, existe um estágio que é o mais importante: a Plenitude.
Neste estágio a empresa possui as seguintes características:

  • Tem sistemas funcionais e estruturas organizacionais;
  • Atende às necessidades do cliente;
  • Tem visão institucionalizada e criatividade;
  • Fazem planos e os seguem;
  • Apresenta um desempenho superior ao esperado;
  • Tem espaço para aumentar as vendas e a lucratividade;
  • Gera outras empresas afiliadas;
  • Diversificação de produtos;
  • Participa de fusões e aquisições.

Como executivos, empresários e bons administradores, devemos prolongar o ciclo da Plenitude das organizações as quais administramos ou assessoramos. Para que possamos fazer isso, é necessário também um ciclo constante de transformações dentro da organização, seja em suas políticas, processos, produtos e até em seu modelo negócio.

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