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O líder é peça-chave para que a equipe tenha vontade de vestir a camisa, segundo Peter Handal, CEO da Dale Carnegie. Brasileiros estão no caminho certo

Engajamento: quanto mais participam, mais engajados são os funcionários. Líder precisa dar espaço, segundo Peter Handal, CEO da Dale Carnegie

Não há uma forma única para que as empresas engajem seus funcionários. Mesmo assim, três ingredientes não podem faltar. Pelo menos na opinião de Peter Handal, presidente da consultoria Dale Carnegie.

E, para isso, a liderança tem um papel essencial. Para ter funcionários que vistam a camisa, os chefes diretos precisam ser próximos dos funcionários, afirma o especialista.

Eles devem ser "gestores cuidadosos, que tratam o empregado com respeito, dando um bom exemplo, comunicando honestamente e abertamente, e se interesse no funcionário como uma pessoa", descreve Handal.

Mas isso não é tudo. A equipe principal de líderes deve gerar confiança. Como? A resposta é simples: basta guiar a empresa para a direção certa.

Por fim, os funcionários engajados são "orgulhosos de suas empresas e do que elas fazem". O método para conseguir isso não é muito complexo: a empresa deve, sim, ganhar dinheiro, mas sem se esquecer dos valores e de se importar com os profissionais, explica o executivo.

De baixo para cima

Como se vê, o engajamento não nasce por geração espontânea - é necessário chefes capazes de impulsioná-lo. E, neste contexto, dois tipos de líderes emergem: o que dita ordens "de cima para baixo" e o "participativo". Todos os outros estilos, segundo ele, são variações desses dois.

O primeiro diz respeito àquela pessoa que está no topo e diz "é assim que vamos fazê-lo", diz Handal. No segundo, estão os que trabalham "solicitando e incorporando os pontos de vista dos outros na organização".

De acordo com ele, a liderança "de cima pra baixo" funciona somente em situações muito específicas, em que a pessoa que está no topo é "muito incomum, alguém que realmente conhece o negócio, onde quer levá-lo e como chegar lá". E que tem uma visão e uma personalidade agressiva.

Para ele, é na liderança participativa que está a ferramenta para garimpar engajamento. "As pessoas sustentam esta visão porque elas tiveram parte na sua criação".

Mas não só. "Ao buscar os pontos de vista dos outros, o líder tem um entendimento muito melhor do mundo em que ele opera", explica. A postura também gera um efeito nos funcionários, diz. "Eu não acho que sou inteligente demais para ter todas as respostas o tempo todo".

A lição, Handal diz ter aprendido com seu pai, que dizia que "niguém tem 100% do que é preciso para um trabalho".

A consequência deste tipo de postura é clara: "Se uma companhia trabalha bem esses três fatores, ela terá funcionários engajados. E se ela tem funcionários mais engajados, será mais lucrativa e bem-sucedida".

No Brasil, o saldo desta combinação é positivo. Uma pesquisa da Dale aponta que, no país, 40% dos trabalhadores se dizem engajados. Entre os que se declaram desengajados, a fatia é de apenas 13%.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Para ser um empreendedor de sucesso é preciso ter uma rotina definida e muita disciplina. "A produtividade do empreendedor está relacionada com o resultado", afirma Tomás Duarte, vice-presidente da Associação Brasileira de Startup e cofundador e CEO da Tracksale. Para ele, o importante é ter consciência de que ser uma pessoa produtiva não é trabalhar muito.

Para Eduardo Migliano, gerente de Produtos do 99jobs.com, a produtividade de um empreendedor ou dono de uma pequena empresa tem relação direta com a sua equipe. "Delegar tarefas é essencial para que você possa ter uma produtividade melhor", afirma. Abaixo, veja os principais sinais de que você não é uma pessoa produtiva.

1. A procrastinação é frequente

Redes sociais, aplicativos nos smartphones, há varias maneiras de se distrair enquanto há trabalho para ser feito. Procrastinar é um dos principais inimigos da produtividade.

Duarte explica que existem softwares e programas que podem ajudar aqueles que procrastinam além da conta. "Principalmente para pessoas que trabalham com tablets, computadores e smartphones, o DeskTime, por exemplo, ajuda a decodificar a sua produtividade", conta.

2. Os resultados não aparecem

As metas que você estabelece não são cumpridas e o lucro da empresa não aumenta? "Você começa a perceber que não é produtivo, quando você entra em um ciclo de fracassos", diz Duarte.

Para ele, é importante que o empreendedor ou pequeno empresário perceba que trabalhar muito não quer dizer que ele tem uma rotina produtiva. Às vezes, os resultados dependem mais de estratégia e foco.

3. Não trabalha em equipe

No começo de um negócio, é frequente que o empreendedor trabalhe além do expediente e centralize algumas ações. "Mas, não significa que você tenha que levar todo o trabalho para casa ou ficar no escritório até mais tarde", afirma Migliano.

Por isso, delegar tarefas para a sua equipe pode ajudar na administração do negócio e permitir que o pequeno empresário dedique mais tempo para decisões estratégicas.

4. Falta de planejamento

Seja na vida pessoal ou profissional, o planejamento é necessário para que a gestão das tarefas seja eficiente. "Não dá para chegar no dia e pensar: 'o que vou fazer hoje'", afirma Duarte.

Por isso, ter um check-list diário pode auxiliar no cumprimento de prazos e processos da sua empresa. Entretanto, Migliano recomenda que o empreendedor não faça listas muito longas. "Caso contrario você pode se sentir desestimulado para realizar as tarefas", diz.

5. Não sabe priorizar as demandas

O que é urgente e o que é importante? Saber classificar as demandas é essencial para quem tem muitas responsabilidades. "As urgentes são aquelas que não podem ser adiadas. Classifique quais são as suas tarefas importantes e as da sua equipe", recomenda Duarte.

Para Migliano, é muito fácil se perder em inúmeras reuniões ao longo do dia. No fim, elas acabam com a sua produtividade no trabalho. Nesses casos, o ideal é determinar um horário para que a reunião termine.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Quer saber a diferença entre os empreendedores bem sucedidos e os que fracassaram? Aqui estão alguns traços essenciais
A diferença entre as pessoas bem sucedidas e as outras pessoas, que apenas tentam, ou nem chegam a tentar, é o que todo mundo quer saber.

Será que existem algumas qualidades que as pessoas de sucesso e as pessoas que fracassam têm em comum?
Provavelmente sim. Mas é muito importante reconhecer que o tempo, a sorte e simplesmente estar no lugar certo na hora certa desempenha um grande papel em muitas histórias de sucesso.
Décadas de experiência pessoal e mentoring podem nos ensinar que empreendedores bem sucedidos têm, em comum, 5 qualidades.

1. Uma Paixão Inabalável
Os conselhos incentivando você a fazer o que ama já viraram clichê. Ouvimos por todos os lados para encontrarmos a nossa paixão. Mas isso é mais fácil falar do que fazer.
Ser um empreendedor exige empenho e dedicação – mais do que a maioria dos empregos exige das pessoas. Se você é ambivalente ou levemente entusiasmado sobre seu produto ou serviço, lembre-se que isso não vai sustenta-lo através dos altos e baixos que inevitavelmente ocorrerão.
Se você encontrar algo que ama o suficiente para querer compartilhar com os outros, o amor será o combustível que vai ajudar você a chegar onde for preciso. Você é absolutamente apaixonado pelo que faz?

2. Mente Aberta
Os empreendedores mais bem sucedidos nunca se esquecem que podem aprender com os outros. Eles pedem conselhos. Eles são flexíveis. Eles absorvem as melhores práticas que os rodeiam como uma esponja. O medo do fracasso pode torná-lo uma pessoa de punho de ferro, mas a rigidez não vai resolver o seu problema.

3. O Desejo de ser um Especialista
Empreendedores adoram desafios. Se não gostassem, nós provavelmente teríamos escolhido outros caminhos.
Mas, tão emocionante como considerar um desafio, os grandes empreendedores sabem que se concentrar no seu negócio pode ter grandes benefícios.
Quando você permanece em um mercado, você aprende sobre esse mercado e a sua história. Saber esses detalhes podem ajudar a identificar como prosperar nesse mercado.
Nesse meio tempo, você vai construir uma rede de relacionamento para apoiá-lo em futuros empreendimentos, especialmente em tempos de vacas magras. Quanto mais tempo no mercado, mais próximo de se tornar um expert você está.

4. Abordagem Prospectiva
Empreendedores bem sucedidos estão sempre pensando à frente. Eles podem desviar o seu roteiro, mas sempre têm um roteiro ou um plano em mente. Ter um conjunto claramente definido de objetivos irá manter você preso aos seus objetivos. Eles podem estar em constante evolução, mas se você não sabe para onde ir, você não vai chegar a lugar algum.


5. Fluxo constante de Ideias
Grande parte de empreendedores bem sucedidos não descansam sobre os louros. Em vez disso eles estão constantemente se perguntando qual é o próximo desafio. Eles acreditam que ser um empreendedor bem sucedido é um lifestyle, não o destino.

Este artigo foi adaptado do original, "5 Qualities of Successful Entrepreneurs", da Entrepreneur.

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É possível ensinar alguém a ser empreendedor? As respostas para essa pergunta variam bastante no mundo acadêmico. Alguns especialistas acreditam que já se nasce com as características de um empreendedor. Outros acham possível ensinar ou estimular isso na própria faculdade. Além do professor Andrew Zacharakis, do Babson College, nos Estados Unidos, Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com mais quatro especialistas no estudo do empreendedorismo e organizou um debate virtual sobre o assunto.

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Segunda, 30 Julho 2012 16:41

5 Habilidades raras no mercado mundial

Pesquisa indica quais competências gerais estão cada vez mais em falta no mundo profissional

São Paulo- A falta de talentos está tirando o sono de recrutadores em todo o globo. Mas a carência não está relacionada apenas com formação específica. Alguns comportamentos e competências gerais também se tornaram raros no mercado de trabalho nos últimos anos.

Pensando nisso, a Hays conduziu um levantamento em mais de 30 países para checar quais as habilidades que estão em falta no mercado.

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MERCADO: O mundo dos negócios que rodeia o alimento

Esse meio se divide em três áreas: Alimento como produto, Alimento como serviço e Saúde por meio do alimento.

Pesquisas revelam que 27 milhões de pessoas gastam 30% de seu salário em alimentação externa.

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Segunda, 12 Março 2012 14:15

Organizações Vivendo na Plenitude

Quando um empreendedor começa um negócio, o que ele mais deseja é: crescer, contratar pessoas, ter instalações adequadas, produtos ou serviços conhecidos, ou seja, ter sucesso naquilo que faz.
Tudo isso leva o empreendedor, em sua maioria, a não dar atenção a uma série de pontos importantes para que ele tenha sucesso. Porém, não é um comportamento de poucos, e sim uma característica comum, que se apresenta na história do empreendedorismo brasileiro,que felizmente vem sendo muito bem trabalhada e abordada por diversas instituições e organização da sociedade. Analisando as organizações, podemos destacar alguns vícios que devem ser corrigidos, ou melhor, paradigmas que deverão ser rompidos:

  • Não realização de um planejamento e não valorização do mesmo para sustentabilidade do negócio;
  • Não dispor de pessoal qualificado ou capacitado para assumir posições, ou não investir na capacitação e assumir sua importância para a qualidade e crescimento;
  • Tornar-se o principal executor, e muitas vezes o que mais trabalha;
  • Investir na formação de líderes, buscando evoluir entre os paradigmas técnicos, de gestão e liderança;
  • Misturar as finanças da empresa com as finanças pessoais;
  • Ausência de processos claros e definidos e uma comunicação ineficiente.


Assim a pergunta: como organizar e dirigir uma empresa para crescer, torna singular diversos vícios e deficiências na gestão das organizações. Sem a pretensão de dar uma receita, existem algumas coisas que podemos buscar o entendimento e começar a desenvolver em nossas organizações. As empresas estão em constante mudança como nós seres vivos, e para isso não podem assumi-la como algo estático, e sim como algo orgânico e mutável.

Segundo ADIZES (1993), as organizações são como seres vivos: nascem, crescem, envelhecem e morrem. Dentro do Ciclo de Vida das Organizações, existe um estágio que é o mais importante: a Plenitude.
Neste estágio a empresa possui as seguintes características:

  • Tem sistemas funcionais e estruturas organizacionais;
  • Atende às necessidades do cliente;
  • Tem visão institucionalizada e criatividade;
  • Fazem planos e os seguem;
  • Apresenta um desempenho superior ao esperado;
  • Tem espaço para aumentar as vendas e a lucratividade;
  • Gera outras empresas afiliadas;
  • Diversificação de produtos;
  • Participa de fusões e aquisições.

Como executivos, empresários e bons administradores, devemos prolongar o ciclo da Plenitude das organizações as quais administramos ou assessoramos. Para que possamos fazer isso, é necessário também um ciclo constante de transformações dentro da organização, seja em suas políticas, processos, produtos e até em seu modelo negócio.

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