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Um novo ano se aproxima e começamos a ponderar o que realizamos e o que ficou apenas no papel. Veja dicas para ajudar você a alcançar o sucesso que anseia. 

Um novo ano se aproxima e, com o fim de um período, somos acometidos por pensamentos diversos acerca do que realizamos, das oportunidades que escaparam e dos desejos para o ano seguinte. Ponderar sobre esses aspectos é importante pois ao ter claro em quais pontos fomos bem-sucedidos, em quais cometemos erros e quais sequer foram abordados obtemos uma espécie de relatório pessoal, o qual é muito importante para analisar o que vem sendo feito, o que deve ser melhorado e as novas atividades a serem empreendidas para alcançar os propósitos estipulados.

O sucesso é geralmente uma resolução comum a todos, independentemente do âmbito no qual se deseja se aperfeiçoar, mas e quanto a você? O que é o sucesso para você?

Busque se conhecer melhor e prepare-se para o ano novo!

Estar seguro do caminho escolhido para seguir a carreira profissional nos propicia mais firmeza em nossas ações, maior motivação e determinação. Por isso, reveja sua trajetória, analise o momento que vive, suas preferências pessoais, busque o autoconhecimento pois esse é muito importante para traçar metas que condizem com sua especificidade, com seu jeito. Após elencar suas prioridades, atente-se às 5 dicas a seguir e dê início a um ano novo
e repleto de conquistas.

Crie, recicle e reveja suas metas – novas metas surgirão, algumas permanecerão e as antigas não realizadas o atormentarão, por isso o autoconhecimento é essencial: se conhecer o bastante para ser capaz de distinguir metas realmente importantes daquelas que não representam um crescimento real.

Concentre-se em um objetivo – se você criar uma lista de objetivos extensa não poderá dedicar o tempo necessário aos que são realmente importantes. Eleja um objetivo principal e os outros, se existirem, devem ser simples e facilmente alcançáveis.

Planeje – planejar é o segredo do sucesso. Através de um planejamento adequado a realidade, com metas atingíveis e prazos concretos, é possível definir aonde se quer chegar e o que é preciso para isso.

Reveja seus hábitos – nosso cotidiano é formado pelos mais diversos hábitos. Análise os seus e trabalhe para abandonar aqueles que causem atraso ou distração, levando a perda do foco e da determinação. Busque incorporar hábitos que propiciem o sucesso, saudáveis para seu corpo e mente, que somem à sua produtividade, e que não atrapalhem ou tomem seu precioso tempo.

Mantenha-se focado e determinado – as coisas só acontecerão se você executar as ações relacionadas em seu planejamento. Não desanime, pois se trata de um projeto que deve ser realizado por você e os benefícios serão seus.

O ano novo é o momento de rever, de repensar e de considerar as possibilidades de futuro. Mantenha o foco e a determinação, continue se esforçando para atingir os propósitos que estipulou, acredite e, assim, obterá um ano de crescimento e prosperidade.

Fonte: www.ibccoaching.com.br

Publicado em Blog

Quem trabalha em setores mais globais - como indústria automotiva, por exemplo - já sente transformações nos cenários macroeconômico, social, tecnológico e de negócios.

Outros setores, mais regionalizados, talvez levem mais tempo para perceber algumas tendências, como é o caso da indústria de alimentos.

Mas, é certo, segundo o presidente da BMI, Daniel Motta, que, em algum momento nos próximos 5 anos, será preciso levar em conta as mudanças em curso antes de desenhar a estratégia de negócios de uma empresa. E isso em qualquer setor da economia.

"De forma geral, são tendências de influência nas empresas do ponto de vista econômico, social e tecnológico", diz Motta. Por isso, é bom que executivos em cargos de liderança se preparem para as transformações globais descritas a seguir, se a intenção é continuar trazendo resultados. Confira:

1. Transição da ética social

Se a conduta de ordem antigamente era cumprir deveres impostos, hoje a satisfação individual vem em primeiro lugar. E é o que molda escolhas profissionais. A transição é de uma ética ancorada no dever para a ética com foco no prazer, na satisfação.

As pessoas querem trabalhar em empresas que compartilhem seus valores e proporcionem atividades que façam sentido para elas.

Na prática, as organizações são postas em xeque quanto à sua capacidade de reter profissionais. "Missão e visão estratégicas não são mais suficientes. As empresas precisam ter um propósito inspirador que acesse a dimensão emocional de colaboradores e clientes", explica.

2. Novas configurações familiares

O modelo de família tradicional - com pai, mãe e filhos - dá espaço a novos formatos: casais homossexuais, casais sem filhos, casais em que o bicho de estimação é como um "filho", idosos, solteiros morando sozinhos ou com os pais etc.

Essa mudança tem impacto visível na economia, segundo Motta, sobretudo em mercados como o imobiliário, automotivo, de alimentos e serviços.

"Antes as empresas classificavam seus consumidores por fatores sociais como renda, faixa etária e estado civil. Hoje, a vanguarda é segmentar mercados por comportamento de consumo", diz o especialista.

3. Urbanização descentralizada

"Um terço do crescimento mundial até 2020 será nas cidades médias de países emergentes", diz Daniel Motta. Com isso, novos espaços de trabalho surgem para profissionais. Do ponto de vista das empresas, o desafio é a capilaridade da cadeia de produção.

"Estamos falando de municípios com até 250 mil habitantes, o que, de muitas vezes, inviabilizava uma estratégia eficiente de varejo", diz Motta.

Cidades médias pedem estratégias adequadas ao seu tamanho. Um exemplo de erro de estratégia é visível no setor de shoppings, segundo Motta. "Empresas construíram shoppings enormes em cidades menores", diz. Resultado: espaço para locação vazio e prejuízo à vista.

4. Big Data

A capacidade de trabalhar com grande volume de dados externos variados e que chegam em grande velocidade já é uma realidade tecnológica. "As grandes empresas já estão usando", diz Motta.

O Big Data, explica, é fundamental para quem quer apresentar serviços e produtos adequados à necessidade do consumidor.

5. Arena competitiva digital

Em tempos de convergência tecnológica, ganha quem estiver com sua plataforma digital acessível 24 horas por dia. "E, melhor do que lançar o produto perfeito, é lançar logo", diz Daniel Motta.

6. Terceira Revolução Industrial

Descrita pela revista The Economist, a Terceira Revolução Industrial, que começou nos anos 2000, marca a capacidade de personalização dos produtos, graças a novas tecnologias, insumos e processos.

"Se as revoluções de 1760 e 1830 criaram o paradigma da produção massificada, a terceira revolução industrial traz outro modelo mental: o da customização massificada", explica Motta. Assim, é possível continuar tendo grande escala de produção mesmo fazendo produtos diferentes.

7. Ecossistemas produtivos

As relações de produção são complexas e cruzadas. "Hoje em dia, é possível encontrar uma joint venture entre dois concorrentes, por exemplo", explica Motta.

Neste cenário distante da tradicional cadeia linear de produção, é preciso ter capacidade para gerenciar estas redes que envolvem parceiros, fornecedores, distribuidores, consumidores, concorrentes, institutos e indivíduos.

Conceitos como o de co-criação de produtos surgem neste cenário, como nova alternativa de inovação, com clientes e fornecedores participando do processo desde o seu início.

8. Retomada oriental

Responsáveis por mais 50% do PIB mundial até 1800, potências orientais voltam a assumir papel de destaque. China e Índia despontam como protagonistas na economia mundial.

Há um impacto de natureza comercial importante, segundo Motta. "Em algum momento da cadeia há, ou haverá, um parceiro de negócios chinês ou indiano", diz.

Ele também cita a mudança na maneira de se fazer negócios. "Nas relações contratuais, as regras mudam porque são jeitos diferentes de lidar com a relação comercial", diz.

9. Capitalismo Estatal

"Em países como Brasil, Rússia, Índia, México, Tailândia, Cingapura, o Estado não é um mero regulador do mercado, é um agente econômico que investe pesado", explica Motta.

BNDES, fundos de pensão estatais, empresas estatais são exemplos brasileiros. "No Brasil não dá para pensar em empresa sem olhar para o governo", diz ele.

O lado positivo, diz, é que a visão é de longo prazo com projetos de 20, 30 anos. "Já a parte negativa e perigosa ocorre quando estatais e fundos começam a desenvolver relações corruptas ou agem para inibir a atividade privada. Aí, ninguém consegue competir com eles", diz.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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Como anda o seu tempo? Tem conseguido fazer tudo o que se propõem diariamente? Consegue conciliar vida pessoal e profissional sem que nenhuma delas fique prejudicada?
Com a correria do dia a dia, diversas demandas e atividades a cumprir, tem sido cada vez mais difícil conseguir gerenciar o tempo da melhor forma. Se você enfrenta essa dificuldade, confira algumas dicas valiosas que podem ajudar a gerenciar seu tempo de forma eficaz:

Liste suas atividades
Antes de tudo, comece listando todas as suas atividades diárias, assim ficará mais fácil obter um panorama geral de todas as demandas e saber o que cumprir primeiro. Estipule também prazos para que cada tarefa seja terminada.
Hoje temos alguns aplicativos de smartphones e tablets, que nos auxiliam nessa organização, sendo cronometrando tempo de atividades, aviso de compromissos e até alarme como lembrete para dormir.

Tríade do Tempo
A tríade do tempo é uma eficiente ferramenta do Coaching, ideal para que você aprenda a gerenciar seu tempo da melhor forma. Para isso separe todas as tarefas por ordem de prioridade: importantes – todas as atividades relevantes, necessárias e que trazem resultados a curto, médio ou longo prazo; urgentes – atividades em cima da hora ou fora do prazo estabelecido; circunstanciais – atividades desnecessárias ou circunstanciais.

Tenha disciplina e comprometimento
Não adianta utilizar agendas, aplicativos ou qualquer tipo de organizador se você não tiver disciplina e comprometimento com o cumprimento de seus compromissos e horários.
Seguir o que for planejado é extremamente importante para o alcance do êxito no gerenciamento do seu tempo.

Tenha foco
Outra importante dica para saber gerenciar o tempo é ter foco no que é realmente importante, para isso, evite perder muito tempo com distrações fora de hora como telefonemas pessoais, redes sociais, conversas entre outras coisas.

Fonte: www.ibccoaching.com.br

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O líder é peça-chave para que a equipe tenha vontade de vestir a camisa, segundo Peter Handal, CEO da Dale Carnegie. Brasileiros estão no caminho certo

Engajamento: quanto mais participam, mais engajados são os funcionários. Líder precisa dar espaço, segundo Peter Handal, CEO da Dale Carnegie

Não há uma forma única para que as empresas engajem seus funcionários. Mesmo assim, três ingredientes não podem faltar. Pelo menos na opinião de Peter Handal, presidente da consultoria Dale Carnegie.

E, para isso, a liderança tem um papel essencial. Para ter funcionários que vistam a camisa, os chefes diretos precisam ser próximos dos funcionários, afirma o especialista.

Eles devem ser "gestores cuidadosos, que tratam o empregado com respeito, dando um bom exemplo, comunicando honestamente e abertamente, e se interesse no funcionário como uma pessoa", descreve Handal.

Mas isso não é tudo. A equipe principal de líderes deve gerar confiança. Como? A resposta é simples: basta guiar a empresa para a direção certa.

Por fim, os funcionários engajados são "orgulhosos de suas empresas e do que elas fazem". O método para conseguir isso não é muito complexo: a empresa deve, sim, ganhar dinheiro, mas sem se esquecer dos valores e de se importar com os profissionais, explica o executivo.

De baixo para cima

Como se vê, o engajamento não nasce por geração espontânea - é necessário chefes capazes de impulsioná-lo. E, neste contexto, dois tipos de líderes emergem: o que dita ordens "de cima para baixo" e o "participativo". Todos os outros estilos, segundo ele, são variações desses dois.

O primeiro diz respeito àquela pessoa que está no topo e diz "é assim que vamos fazê-lo", diz Handal. No segundo, estão os que trabalham "solicitando e incorporando os pontos de vista dos outros na organização".

De acordo com ele, a liderança "de cima pra baixo" funciona somente em situações muito específicas, em que a pessoa que está no topo é "muito incomum, alguém que realmente conhece o negócio, onde quer levá-lo e como chegar lá". E que tem uma visão e uma personalidade agressiva.

Para ele, é na liderança participativa que está a ferramenta para garimpar engajamento. "As pessoas sustentam esta visão porque elas tiveram parte na sua criação".

Mas não só. "Ao buscar os pontos de vista dos outros, o líder tem um entendimento muito melhor do mundo em que ele opera", explica. A postura também gera um efeito nos funcionários, diz. "Eu não acho que sou inteligente demais para ter todas as respostas o tempo todo".

A lição, Handal diz ter aprendido com seu pai, que dizia que "niguém tem 100% do que é preciso para um trabalho".

A consequência deste tipo de postura é clara: "Se uma companhia trabalha bem esses três fatores, ela terá funcionários engajados. E se ela tem funcionários mais engajados, será mais lucrativa e bem-sucedida".

No Brasil, o saldo desta combinação é positivo. Uma pesquisa da Dale aponta que, no país, 40% dos trabalhadores se dizem engajados. Entre os que se declaram desengajados, a fatia é de apenas 13%.

Fonte: www.exame.abril.com.br

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